sábado, 23 de setembro de 2017

A Sereia - Kiera Cass - Opinião - Marcador



Sinopse: Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.

Opinião: Depois de ter lido a saga A Seleção, era com alguma expectativa que esperava este livro, e sendo sobre sereias ainda mais me aguçava o apetite.
Acabou por ser uma leitura diferente, e com alguns pontos para refletir, um deles foi o relacionamento entre as sereias, acabaram por demonstrar uma união, cumplicidade, sempre sem terem um comportamento negativo umas com as outras, acabando por se protegerem mesmo contra a criadora das mesmas a Água, que acabou por ser um personagem difícil de digerir, por toda a ideologia que a regia.
Um outro ponto, foi a devoção, uma crença que as sereias demonstravam por Água, parecendo quase que pertenciam a uma religião, falando várias vezes do valor do perdão, acabando por dar uma maior profundidade à história.
A nossa protagonista, Kahlen, acaba por ser obediente e rebelde ao mesmo tempo, acabando por lutar pelo amor de Akinli levando-nos a gostar do equilíbrio das características que a personagem demonstra.
A Sereia é um bom twist para as tradicionais histórias destes seres mitológicos pois além de serem belas, estas são um instrumento para matar.
Em suma, não é um livro de pensamento profundo, mas uma histórias que nos envolve na base dos valores da união, amor, cumplicidade, amizade, se precisa de uma pausa dos livros de guerra, este é uma boa solução.





Leitura com o apoio da Editora Marcador










quinta-feira, 17 de agosto de 2017







Sinopse: Poderão duas pessoas unidas pela tragédia admitir a verdade, mesmo que implique arruinar as suas vidas?Lillian Linden é uma mentirosa. À superfície, aparenta ser a sobrevivente corajosa de um acidente de avião. Mas tem vindo a mentir à sua família e ao resto do mundo desde que os helicópteros de salvamento a resgataram a si e a Dave, outro sobrevivente, de uma ilha deserta no Pacífico Sul. Desaparecidos durante dois anos, tornaram-se estrelas e recebem as atenções de toda a imprensa. Mas nunca poderão contar a verdadeira história…

O público está fascinado por ambos, mas Lillian e Dave têm de regressar às suas vidas e esposos. Genevieve Randall, uma jornalista experiente e obstinada, suspeita que a história pode ser falsa e está determinada a desvendar a verdade a qualquer custo, mesmo que implique destruir as vidas de Lillian e Dave.
Uma história eletrizante que nos faz questionar a importância da sobrevivência, tanto no meio da natureza selvagem como sob os holofotes da imprensa implacável.

Opinião: Destroços conta-nos a história de dois sobreviventes de um acidente de avião, Lilian e Dave que passaram dois anos presos numa ilha deserta, ambos são casados e Lilian tem dois filhos. Na viagem ia também Margaret a sogra de Lilian, Kent o piloto e Theresa a hospedeira de bordo. 
O livro tem o seu inicío depois de Lilian e Dave terem sido resgatados, e Lilian concordou em fazer uma entrevista exclusiva para que esta possa contar as suas "mentiras" e acaba por pedir a Dave para fazer o mesmo, a história muda então entre as entrevistas e o que realmente se passou na ilha.
Para mim toda a história acabou por não me entusiasmar, acabei por não perceber o porquê de Lilian e Dave sentirem a necessidade de inventar uma grande mentira, claro que houve coisas que aconteceram na ilha que iriam prejudicar todos os envolvidos e principalmente o tipo de mentiras que foram contadas mas acho que a verdade iria ser sempre o mais benéfico para as pessoas se pudessem "curar" e seguir enfrente.
Não me consegui conectar com as personagens, acho que todo o enredo acaba por não ser cativante mesmo com todos os acontecimentos que houve na ilha, acabei por achar que algumas cenas acabaram por ser forçadas assim como o papel de vilão não foi bem construído. 
Penso que um início que poderia ser promissor, acabou por não ser bem executado, e aquele final enfim acho que não encaixa no contexto da história. 





quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O casal do lado - Shari Lapena - Opinião - Editorial Presença



Sinopse: Cynthia disse a Anne que não levasse a filha Cora, a bebé de seis meses, para sua casa na noite do jantar para que ela e o marido Marco tinham sido convidados. Não era nada de pessoal. Ela simplesmente não suportava o choro de crianças. Marco não se opõe. Afinal, eles vivem no apartamento do lado. Têm consigo o intercomunicador e irão alternadamente, de meia em meia hora, ver como está a filha. Cora dormia da última vez que Anne a tinha ido ver. Mas, ao subir as escadas da casa em silêncio, ela depara-se com a imagem que sempre a aterrorizou. a menina desapareceu. Anne nunca tivera de chamar a polícia, antes disso. Mas agora eles estão lá, e quem sabe o que irão descobrir... do que seremos capazes, quando levados além dos nossos limites?


Opinião: O casal do lado começa com um típico jantar entre vizinhos, conhecemos os anfitriões Graham e Cynthia e os convidados os recém pais Anne e Marco. Anne desenvolveu uma grave depressão pós parto, a sua auto-estima está no fundo do poço por isso as investidas da atraente vizinha Cynthia para com o seu marido são cada vez mais difíceis de suportar.
Uma festa deveria ser divertida, mas no último momento a babysitter acaba por cancelar e não poderá tomar conta da bebé Cora e sendo que Cynthia pediu que a festa seria só para adultos a única solução do ponto de vista de Anne e Marco é levarem um monitor infantil na mão e irem verificar Cora a cada meia hora.
O que poderia acontecer de errado, já que Cora está ali ao lado, a poucos passos de distância.
Pois parece que tudo dá errado e o mundo de Anne e Marco desaba quando Cora desaparece e um turbilhão de acontecimentos vão acontecendo e todos são suspeitos.
Qual será o destino de Cora, terá sido raptada, assassinada por um ou ambos os pais ou é algo ainda pior? Pois bem, parece que quase todos estão envolvidos no caso, acabando por mentir, esconder enganar movendo-se em várias direções. A tarefa do detetive Rasbach torna-se cada vez mais complicada, segue-se surpresa atrás de surpresa acabando por ser um rastilho aceso até ao último segundo para se desvendar o que aconteceu com Cora.
O casal do lado é um fantástico livro do começo ao fim, cheio de más intenções e acções malignas que muitas vezes nos revolta sobre atitudes tomadas, mas que nos faz querer ler até à última página.





A rapariga de antes - J.P. Delaney - Opinião - Suma de Letras




Sinopse: Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.»O pedido parece estranho, até intrusivo. É a primeira pergunta de um questionário de candidatura a uma casa perfeita, a casa dos sonhos de qualquer um, acessível a muito poucos. Para as duas mulheres que respondem ao questionário, as consequências são devastadoras.
EMMA: A tentar recuperar do final traumático de um relacionamento, Emma procura um novo lugar para viver. Mas nenhum dos apartamentos que vê é acessível ou suficientemente seguro. Até que conhece a casa que fica no n.º 1 de Folgate Street. É uma obra-prima da arquitectura: desenho minimalista, pedra clara, muita luz e tectos altos. Mas existem regras. O arquitecto que projectou a casa mantém o controlo total sobre os inquilinos: não são permitidos livros, almofadas, fotografias ou objectos pessoais de qualquer tipo. O espaço está destinado a transformar o seu ocupante, e é precisamente o que faz…
JANE:Depois de uma tragédia pessoal, Jane precisa de um novo começo. Quando encontra o n.º 1 de Folgate Street, é instantaneamente atraída para o espaço —e para o seu sedutor, mas distante e enigmático, criador. É uma casa espectacular. Elegante, minimalista. Tudo nela é bom gosto e serenidade. Exactamente o lugar que Jane procurava para começar do zero e ser feliz.
Depois de se mudar, Jane sabe da morte inesperada do inquilino anterior, uma mulher semelhante a Jane em idade e aparência. Enquanto tenta descobrir o que realmente aconteceu, Jane repete involuntariamente os mesmos padrões, faz as mesmas escolhas e experimenta o mesmo terror que A Rapariga de Antes. 

Opinião: Depois de sofrer uma tragédia pessoal, Jane não sabia mais o que fazer além de certas mudanças na sua vida, incluindo mudanças a respeito do seu trabalho e onde ela morava. Quando um agente imobiliário mostra a casa no nº1 Folgate Street, Jane aceita, mesmo que as perguntas feitas no acordo sejam um tanto estranhas. No entanto, quanto mais permanece no lugar, mais Jane começa a suspeitar que as coisas não são tão perfeitas quanto parecem, podendo descobrir o que aconteceu com o proprietário anterior antes que seja tarde demais, ou sofrerá o mesmo destino?
Do início ao fim, esta história foi bastante envolvente, de acontecimentos rápidos faz-nos viajar para trás e para a frente entre o passado e o presente através dos pontos de vista de Emma, uma mulher que morreu na casa onde Jane agora vive e Jane uma mulher determinada em saber o que aconteceu a Emma, especialmente agora que se está a apaixonar pelo homem que Emma namorava e com a particularidade de Jane ser muito parecida com Emma.
Emma era uma mulher muito problemática com problemas de auto-estima, muitas vezes desesperada o suficiente para mentir para salvar a sua pele em situações que ela achava que era necessário, quanto a Jane, ela é o oposto de Emma, é forte, corajosa e determinada em descobrir o que aconteceu com Emma ,não só para se proteger de dor futura, mas acreditava que Emma merecia justiça e precisava saber se o seu novo namorado representava um perigo para ela, o que era compreensível, pois este era um mistério.
Outra personagem fundamental nesta trama é Edward Monkford o arquitecto da casa, este já sofreu uma tragédia pessoal na sua vida, mas por algum motivo, parece gostar de um determindo tipo de mulheres e fará qualquer coisa com Jane, mesmo que isso signifique usar as mesmas palavras que ele usou no seu relacionamento com Emma.
Em suma, foi um bom livro de leitura rápida dado que a curiosidade era muita para perceber como aquela misteriosa casa e todo o seu ambiente envolvente iria fazer despertar os instintos de Jane. Será que irá ganhar o amor de Edward ? Será que irá descobrir o que aconteceu com Emma ?
Para leitores de thrillers psicológicos a rapariga de antes é uma boa recomendação sendo que tem um epílogo que nos faz questionar se a história se repetirá.



















quinta-feira, 6 de julho de 2017

A verdade escondida do verão passado - Sue Wallman - Topseller - Opinião




Sinopse: Uma perda dolorosa, um pesado sentimento de culpa, uma mentira sombria? Um ano depois, a verdade vem ao de cima.No verão passado, Skye perdeu a irmã num trágico acidente, e não consegue deixar de se sentir culpada pelo que aconteceu. Para ajudá-la a seguir em frente, os pais decidem que ela deve passar uns dias num campo de férias, juntamente com outros jovens.
Tudo parece correr bem; Skye faz novas amizades e participa em diferentes atividades radicais. Até ao dia em que começa a receber mensagens arrepiantes no telemóvel: alguém está a fazer-se passar pela sua falecida irmã. Assustada, Skye sente que não pode confiar em ninguém e, no campo de férias, todos são agora suspeitos.
Conseguirá Skye recuar ao passado e enfrentar os seus medos mais profundos, de forma a descobrir a verdade? Estará ela preparada para mergulhar no desconhecido?
Um thriller cheio de suspense e com um toque de romance, ideal para jovens adultos. Uma leitura intensa, fluída, ritmada, com personagens misteriosas e intrigantes, mas muito realistas


Opinião: Sinceramente com muita pena minha não me conquistou, estava à espera de um livro envolvente, capaz de me fazer ansiar pela página seguinte e não foi isso que aconteceu.
Através desta história conhecemos Skye uma jovem cuja a irmã foi assassinada e esta acaba por ir para um campo com outros jovens para lidar com a perda e o luto.
Durante a sua estadia, a nossa protagonista conhece as histórias dos outros jovens assim como as suas perdas e tentam conseguir lidar com os sentimentos da melhor maneira possível, ora é durante o seu tempo neste campo que Skye começa a receber mensagens pelo telemóvel da sua irmã falecida e se isto poderia apimentar a história desenganem-se a mim não me criou nenhuma adrenalina. 
Penso que a escritora poderia ter criados aqui vários elos que poderiam ter criado um maior suspense à narrativa principalmente com Joe e a sua história bizarra com a sua ex namorada e Faye, as mensagens enviadas pela irmã falecida também poderiam ter criado aqui um cenário interessante mas acabaram por não acrescentar nada de especial à história. 
Um outro aspeto a referir foi o facto de o final ter sido um pouco apressado dado que quando descobrimos quem andava a enviar as mensagens pensamos, tantas páginas para chegar a esta conclusão.
O ponto positivo a referir é que o livro fala sobre o luto e a perda e como este muitas vezes é um tema difícil de trabalhar e ao acompanharmos Skye estamos lado a lado com a forma como esta vai superando alguns pontos que a fazem sofrer com a morte da irmã. 
Realmente tenho pena de muitos aspectos não terem sido explorados e construídos da melhor maneira.


Leitura com o apoio da editora Topseller.



terça-feira, 9 de maio de 2017

Vagabundos dos Telhados - Katherine Rundell - Individual Editora



Sinopse: Sophie é resgatada por Charles Maxim das águas do Canal da Mancha, após o barco em que viajava ter sofrido um naufrágio. Sozinha no mundo, a criança não terá mais de um ano e fica a viver em Londres sob a tutela provisória de Charles, que a ama e educa como uma filha de verdade. Sophie cresce na esperança de vir encontrar a mãe, perdida no naufrágio. Mas cresce também num misto de felicidade e angústia, pelo receio de um dia ser forçada a ir para um orfanato.E é naquela esperança, que no amor funde a irracionalidade da crença com a audácia e a astúcia da vontade, que chegado esse dia, Charles e Sophie decidem que há só uma saída: fugir de Londres e ir para Paris, à “caça” da mãe.
É aqui que Sophie conhece os vagabundos dos telhados e os torna cúmplices leais da sua aventura. É uma história de amor e de afetos, de laços de amizade e cumplicidade, de medos, angústias, sacrifícios, de hesitações e coragem, de argúcia e destreza. Dá voz aos mais pequenos e aos ignorados e marginalizados da sociedade. Os atos mais simples são os mais generosos, e a bondade é uma virtude relembrada a cada som que a música, sempre a música de um violoncelo, vai ecoando ao longo das páginas, por cima dos telhados.
E é uma história sobre a mãe. E sobre a filha. E sobre um homem que, não sendo pai, foi o melhor pai de sempre.

Opinião: Dirigido para um público mais juvenil, este é um livro capaz de nos fazer sonhar de forma livre e ternurenta, certamente irá agradar a miúdos e graúdos.
Rooftoppers começa de forma sonhadora e brilhante onde conhecemos Sophie uma bébé que é encontrada a fluturar num violoncelo é adoptada por Charles um homem erudito e de espírito livre. Vamos acompanhando o crescimento de Sophie, em que esta torna-se uma jovem encantadora, sonhadora criada de uma forma mágica mas que não é bem vista aos olhos da sociedade.
Sophie acredita que a sua mãe ainda está viva e parte numa aventura com o seu protector Charles para tentar descobrir o paradeiro da mesma. Já em Paris conhece Matteo e os vagabundos do telhado e é aí que toda a aventura começa.
Todo o livro nos conduz de uma forma ritmada, a fazer-nos lembrar a própria pauta musical, penso que toda a trama é destinada a replicar o tema musical, mas infelizmente penso que o final terminou de forma abrupta.
Acho que através desta leitura, faz-nos relembrar em como é importante o amor e a união e desperta toda a criança que existe em nós.














terça-feira, 4 de abril de 2017

Desaparecida - Elizabeth Adler - Quinta Essência




Sinopse: Tudo começou numa festa. Terminou com um crime, uma mulher desaparecida... e uma promessa de vingança!
Ao entardecer, na belíssima paisagem do Mar Egeu, uma mulher de cabelos ruivos cai da amurada de um iate de luxo. Em terra, o pintor Marco Polo Mahoney vê a queda, percebe que a jovem está ferida e assiste, perplexo, à embarcação a afastar-se deliberadamente. Marco tenta imediatamente salvá-la mas não a consegue encontrar. É como se a bela ruiva nunca tivesse existido. Mas ele tem a certeza do que viu. E está disposto a tudo para resolver o mistério.
Angie Morse acabou de ser atingida na cabeça com uma garrafa de champanhe. Caiu no mar, ferida, e os seus companheiros parecem estar a abandoná-la. O iate onde ela seguia está a afastar-se, levando consigo os supostos amigos e o namorado. E, embora cada um deles tivesse algo contra si, Angie estava longe de imaginar que quisessem vê-la morta. Agora, enquanto as ondas a tentam submergir, invade-a um sentimento apenas: raiva.
É a raiva que lhe vai dar forças para sobreviver... e também para se vingar...

Opinião: Brilhantemente executado e constantemente surpreendente, leva-nos para os meandros da depravação humana.
Este thriller romântico inicia-se na costa da Turquia onde o artista Marco Mahoney observa uma deslumbrante mulher ruiva cair de um barco depois de esta receber um golpe na cabeça, Marco mergulha no mar para resgatar a mulher, mas este é incapaz de encontrá-la.
Poucos dias depois, Marco planeia voar para Paris para visitar a sua namorada, Martha, mas depois que seu o seu voo é cancelado, este  aceita uma oferta para ir no avião particular do bilionário Ahmet Ghulbian.
No avião, Ghulbian mostra a Marco uma foto que é precisamente da mulher que este viu a ser assassinada, e que Ahmet afirma ter-se afogado, e solicita que Marco pinte o seu retrato.
Intrigado Marco aceita o convite de Ahmet, onde também a sua namorada Martha é contratada para re-decorar a casa pantanosa de Marshmallows.
Ahmet, desenvolve um obsessão pela irmã de Martha Lucy e é com a ajuda da sua sempre fiel empregada Mehitabel que este põe em prática os seus segredos mais obscuros.
Ao longo do livro, vamos conhecendo as profundezas da depravação de Ahmet e Mehitabel, e acompanhando Marco e Martha na tentativa de descobrir o que aconteceu à rapariga ruiva.
De leitura leve e refrescante, entramos numa história cativante que não abranda até ao final do livro.


Leitura com o apoio da Editora Quinta Essência