quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Um Conde Apaixonante - Sarah MacLean - Opinião - Topseller



Sinopse: Lady Philippa Marbury, ou Pippa, é… estranha. É jovem, bela e filha de um marquês respeitado da sociedade, mas interessa-se por livros em vez de rapazes, por ciência em vez de passeios, e por laboratórios em vez de amor. O seu plano é casar-se em breve com o seu noivo, um homem simples, e viver o resto dos dias em sossego com os seus cães e as suas experiências científicas. Mas antes do casamento, Pippa tem duas semanas para experimentar tudo o resto. Quinze dias para fazer pesquisa sobre as partes excitantes da vida. Não é muito tempo e, para o fazer, precisa de um guia que esteja familiarizado com os recantos mais obscuros de Londres.
Ela precisa de Cross: o sócio da casa de jogo mais exclusiva da cidade, e que tem fama de ser o maior conhecedor do mundo do vício e dos prazeres. Mas a fama muitas vezes esconde segredos negros, e quando a nada convencional Pippa lhe pede que lhe arruíne a reputação, isso vai ameaçar tudo o que ele sempre se esforçou por proteger.

Opinião: Sarah MacLean sem dúvida é uma escritora a ter em conta dentro dos romances históricos, com personagens alegres e divertidos que me fazem sorrir e aproveitar cada palavra.
Um Conde Apaixonante sem dúvida que vale pela sua heroína Pippa, inteligente e estudiosa que não quer saber nada de moda e de pretendentes, foge e muito ao estereotipo de personagens femininas neste tipo de livros. Sem dúvida que era divertido ver os seus jogos com Cross.
Apesar de ter gostado bastante deste livro, os personagens principais achei que estavam desequilibrados, tínhamos uma heroína espectacular mas Cross com muita pena minha ficou definitivamente ofuscado, não significa que eles não tivessem química, tiveram brincadeiras bastante divertidas que aqueceram sem dúvida o livro principalmente quando Pippa começou a tornar-se consciente dos seus desejos.
Achei este livro bastante bom, uma combinação perfeita de diversão e romance doce, mal posso esperar para descobrir mais sobre os outros dois homens que dirigem o Anjo Caído










quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Vivenda Calamidade - Ellery Queen - Opinião - Livros do Brasil



Sinopse: Decidido a iniciar a redação do seu próximo romance policial num ambiente de tranquilidade, Ellery Queen deixa Nova Iorque e aporta a Wrightsville, típica cidade provinciana onde os dias parecem correr sem que nada de diferente aconteça. Os hotéis, porém, estão totalmente ocupados e não parece existir uma única casa para arrendar - à exceção de um pequeno anexo à mansão da poderosa família Wright, originalmente construído para acolher a filha Nora e o seu noivo, Jim Haight, antes de este desaparecer na véspera do seu casamento havia já três anos. Primeiro livro de Ellery Queen que tem como cenário esta cidade ficcionada, considerado o melhor da série Wrightsville, Vivenda Calamidade é um romance de grande riqueza psicológica, revelador de uma estrutura notável, onde as morte se sucedem numa lógica irrepreensível e onde um elegante cocktail numa festa de passagem de ano pode ser a arma do crime.

Opinião: Vivenda Calamidade marcou uma grande mudança na direcção dos mistérios de Ellery Queen, publicado em 1942, este foi o primeiro dos chamados mistérios de Wrightsville, que viu os autores (Frederic Dannay e Manfred Lee) a afastar-se dos enigmas da trama que lhes trouxeram tanto sucesso e em direcção a uma história mais voltada para o personagem.
O escritor de histórias de Nova York Ellery Queen decide mudar-se para uma pequena cidade na Nova Inglaterra,  a nossa personagem procura inspiração para seu próximo romance, este aluga uma casa que tem uma reputação muito má que ficou conhecida como Vivenda Calamidade. A casa foi construída pelo cidadão mais proeminente da cidade, John F. Wright, para que a sua filha e o seu novo marido morassem, pouco antes do casamento o futuro noivo desaparece, a casa é deixada vazia e a única pessoa que a aluga morre misteriosamente assim que se muda.
É a única casa na cidade disponível para alugar e Ellery está feliz em assinar um contrato de arrendamento de seis meses.
John F. Wright administra o banco local e a família Wright mais ou menos governa a cidade. Ellery é atraído para os dramas da família e este acaba por engraçar com a filha de Wright, Pat. Pat tem duas irmãs, Nora, aquela cujo marido Jim desapareceu e esta claramente teve algum tipo de colapso e raramente sai do quarto e ninguém quer falar sobre a terceira irmã, Lola, dado que esta não é respeitável.
Ao longo do livro vamos acompanhado o que se vai passando em torno desta família e é quando o noivo desaparecido reaparece tudo vira do avesso e acontece um assassinato. Todos parecem saber quem é o assassino mas Ellery tem as suas dúvidas e o que se segue é uma descritiva história para sabermos a verdade. 
Nunca tinha lido nada destes autores e apesar da história ser mais intrincada do que parece, acabamos por nos perder nas descritivas cenas e no rol de personagens que vão aparecendo ao longo do livro.
É um bom policial, mas peca pelo que foi apontado anteriormente e o facto de a tradução para o português não estar no seu melhor não ajuda a um estilo de escrito já de si um pouco diferente.  

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Um Marquês Irresistível - Sarah MacLean - Opinião - Topseller



Sinopse: O Michael, Marquês de Bourne, perdeu tudo o que tinha, com uma só carta: um oito de ouros. Apostou e perdeu toda a sua fortuna e terras numa só jogada e, com elas, a sua reputação. Bourne, nome pelo qual todos agora o conhecem, passou a ser um exilado da sociedade, transformando-se no frio e implacável dono do Anjo Caído, o clube de jogo mais famoso de Londres. Mas ele tudo fará para recuperar o que foi seu.As terras de Bourne acabam por ir parar à posse de Penelope, uma sua paixão de infância. Penelope sofreu a humilhação de um noivado rompido, tendo sido trocada por outra mulher. Por isso deseja agora um casamento que não seja igual a todos os outros: um compromisso por conveniência.
Quando Bourne a rapta e a força a casar- se com ele para poder reaver as suas terras, Penelope aceita sem grandes dramas o desafio, pois sente-se atraída para uma relação diferente, que lhe permita aceder a prazeres inexplorados. Bourne é a senha de acesso aos prazeres desconhecidos por que Penelope anseia. Mas ao mesmo tempo o seu coração deseja que Bourne a ame, tal como ela o ama, secretamente, a ele. Será que Bourne vai conseguir ultrapassar as marcas e os fantasmas do passado e revelar a Penelope o que realmente sente? E estará Penelope à altura do submundo do vício e do pecado em que Bourne agora vive?

Opinião: Uma grande aposta por parte da editora em publicar Sarah MacLean no nosso país, dentro do género é sem dúvida um escritora a ter em conta.
São muitos os livros já publicados em termos de romance histórico muitas vezes acabam por se tornar repetitivos nas ideias, mas este sem dúvida que desperta curiosidade pois tem uma história sem dúvida que nos deixa agarrados até à última página.
O livro conta-nos então a história de Penelope uma mulher que sente a obrigação por parte dos seus pais em ter um casamento adequado, nem que seja por alguém que não sente amor além disso esta é abandonada pelo seu noivo o que a ajudou a tornar-se uma mulher mais forte e que sem dúvida não tem medo a agarra-se a alguma aventura.
Depois temos Michael se inicialmente era um completo idiota de coração frio, ao longo do livro aprendi a ficar entusiasmada com a personagem e esperava que Penelope o perdoasse por todo o seu comportamento, o que acabava por ao longo do livro ser uma luta entusiasmante de assistir entre os personagens.
Um dos aspectos também interessantes, era o facto de cada capítulo iniciar com as cartas trocadas entre os nossos protagonistas desde quando eram crianças, pois deu para perceber a enorme mudança e alguns traços de personalidade que ficaram vincados nas personagens enquanto adultos.
Em termos de ambiente adorei o clube de jogos e todo o ambiente e mistérios que lá se passavam e sem dúvida que os sócios de Michael foram elementos que ajudaram e muito a apimentar a história.
Em suma para quem gosta de romances históricos não pode perder esta história tem mistérios, vingança, amor e muitas cenas quentes que são sem dúvida elementos que o vão deixar agarrados a esta aposta da Topseller.

sábado, 4 de agosto de 2018

Sozinhos na Ilha - Tracey Garvis-Graves - Opinião - Edições Asa



Sinopse: Uma ilha deserta plena de sol, vegetação luxuriante e mar cristalino é um cenário de sonho. Ou talvez não... Anna Emerson decide quebrar a sua rotina e deixar Chicago para dar aulas numa ilha tropical. Por seu lado, T. J. Callahan só quer voltar a ter uma vida normal após a sua luta contra o cancro. Mas os pais empurram-no para umas férias num destino exótico. Anna e T. J. estão a sobrevoar as ilhas das Maldivas a bordo de um pequeno avião quando o impensável acontece: o aparelho despenha-se no mar infestado de tubarões. Conseguem chegar a uma ilha deserta. Sãos e salvos, festejam e aguardam, convictos de que serão encontrados em breve. Ao início, preocupam-se apenas com a sobrevivência imediata e imaginam como será contar tamanha aventura aos amigos. Nunca a citadina Anna se imaginou a caçar para comer. T. J. dá por si a lutar com um tubarão e a ser acolhido por simpáticos golfinhos. Os dois jovens descobrem-se timidamente e exploram a ilha. Mas à medida que os dias se transformam em semanas, e depois em meses, as hipóteses de serem salvos são cada vez menores. Ambos têm sonhos por cumprir e vidas por retomar, e é cada vez mais difícil evitar a grande questão: conseguirão um dia sair daquela ilha?

Opinião: Este livro já foi publicado em 2011 e também já o tinha na estante à bastante tempo, como me apetecia uma história descontraída e romântica resolvi pegar nele e acabei por não ficar desiludida.
O enredo é muito simples, fique vivo até ao resgate. TJ e Anna têm dificuldade em adaptar-se à vida na ilha, não existe água fresca e estes não sabem como cuidar de si mesmos e não existe abrigo, com o passar do tempo e com as muitas aventuras que vão vivendo descobrem como cuidar de si mesmos e com o passar dos anos, crescem para cuidar um do outro.
O livro é contado a partir dos pontos de vista de Anna e T.J., alternando de capítulo para capítulo, mas nenhum outro personagem entra na história, por isso sabemos apenas o que eles sabem, acaba por ser angustiante tentar perceber se estivéssemos na situação deles o que os familiares e amigos ainda estariam a fazer se ainda à procura deles ou se já teriam perdido a esperança, por isso ficamos  no escuro quanto eles.
A história acaba por ser bem conseguida, era interessante ver como os problemas iam evoluindo e como estes os tentavam resolver dentro das possibilidades que tinham.
Um outro factor cativante e também bastante complicada é a relação entre os nossos protagonistas, porque começou como professora e estudante, o que significa que há mais limites implícitos do que se eles tivessem sido apenas estranhos juntos no mesmo avião.
Ao irmos acompanhando a relação torcemos realmente para que tudo acabe bem, mas será que realmente isso acontece dado que ambas as partes estão desnutridas, à mercê dos elementos e em constante perigo de ataques dos tubarões e de tudo o resto.
Em suma, se o final acaba por ser previsível, a história é muito interessante de seguir, a autora fez um bom trabalho em envolver-nos com o ambiente de toda a ilha, assim como o facto de alguns mistérios que vão surgindo aguçar ainda mais o apetite, sem dúvida que aqui o romance é grande parte do protagonista mas é um livro bastante envolvente ideal para uma leitura de Verão.









segunda-feira, 30 de julho de 2018

Desapareceram - Haylen Beck - Opinião - Editorial Presença


Sinopse: Um thriller de suspense sobre a luta desesperada de uma mãe para encontrar os seus filhos...
Audra anseia chegar à Califórnia.
Finalmente arranjou coragem para fugir do marido que a maltrata, podendo assim proporcionar a si e aos seus dois filhos um novo começo. Juntamente com Sean e Louise, atravessa o país, por estradas secundárias, discretamente e com toda a cautela para não chamar a atenção.
Quando um inquietante xerife a manda parar em pleno deserto do Arizona, Audra faz tudo para se manter calma e esconder o nervosismo. Tem mesmo de o fazer. Mas, ao revistar a carrinha de Audra, o xerife tira da bagageira um saco com marijuana que ela nunca tinha visto e o seu estado de nervos transforma -se em pânico. Ela julga que aconteceu o pior.
Mas está enganada. O pior ainda está para vir.
Com um ritmo de tirar o fôlego e de um suspense implacável, Desapareceram... é um thriller perfeito sobre a luta de uma mulher contra o mal inimaginável para salvar o que há de mais importante na sua vida. Chocante até à última página.

Opinião: Ao ler a sinopse do livro, a história parecia ter ingredientes muito promissores se não vejamos, mãe que foge com dois filhos do marido abusivo conduz por estradas secundárias para não chamar a atenção e quando tudo parecia correr bem é mandada parar pelo xerife que descobre drogas no carro, prende Audra apesar de esta afirmar que as drogas não dela, os filhos desta vão para um lugar seguro com a outra polícia e é quando tudo desmorona quando durante o interrogatório Audra pergunta ao xerife pelos filhos e este não sabe do que ela está a falar pois não estavam crianças nenhumas no carro.
A história vai-se desenvolvendo a um ritmo bastante rápido, ninguém parece acreditar em Audra e esta é mesmo acusada de ter morto os filhos.
Desapareceram é um olhar para um mulher prestes a quebrar, mas que apenas luta pelo seu amor pelos filhos. O seu marido controlador e manipulador fomentou a sua dependência pelo álcool e drogas para reduzi-la a um estado de conformidade, com este tipo de passado é impossível não ver Audra como uma vítima passiva,mas à medida que a história de desenvolve um núcleo de aço é criado e tudo fará para recuperar os seus filhos.
Um ponto positivo, é o facto de irmos acompanhando as crianças é impossível não irmos sofrendo com todo aquele ambiente em que se encontram e a tensão aumenta constantemente.
História de grande acção, mas à medida que percebemos o motivo do desaparecimento das crianças penso que a história torna-se previsível e fica-se sempre à espera da grande reviravolta.










quarta-feira, 30 de maio de 2018

O Homem de Giz - C.J.Tudor - Opinião - Editora Planeta

Sinopse: O livro de estreia de C. J. Tudor é um thriller com uma atmosfera densa e viciante que se passa em dois registos, em 1986 e nos nossos dias.
A história começa em 1986 e, após um hiato de trinta anos, o passado surge para transformar a vida de Eddie.
As influências de Stephen King e o toque de Irvin Welsh, conferem ao livro não só um tipo de narrativa diferente como um suspense ao limite.
O que contribui para que a história tenha um desfecho muito real e chocante.
O Homem de Giz conta-nos a história de um grupo de crianças, não poupando nos pormenores sociais onde estão inseridas e em como as influências de famílias disfuncionais contribuem para exacerbar o imaginário infantil.
A história começa quando aos doze anos Eddie e os amigos tiveram contacto com o misterioso Homem de Giz. Uma personagem central na trama e Eddie será assombrado por ela.
As estranhas figuras de giz conduzem Eddie e os amigos a um cadáver de uma rapariga pouco mais velha que eles e esta descoberta irá marcámos para sempre. Tudo aconteceu há trinta anos, e Eddie convenceu-se de que o passado tinha ficado para trás. Até ao dia em que recebeu uma carta que continha apenas duas coisas: um pedaço de giz e o desenho de uma figura em traços rígidos.
À medida que a história se vai repetindo, Eddie vai percebendo que o jogo nunca terminou

Opinião: Um cruzamento entre uma história de amadurecimento e medos da infância, a escritora mistura experiências universais da infância . Os leitores conhecem o personagem principal Eddie quando ele é um menino a crescer numa pequena cidade com uma gangue de amigos. Eddie lida com dinâmicas de grupos de amigos, valentões, tendo um crush por alguém e testemunhando um acidente brutal, encontrando um corpo na floresta, figuras de giz misteriosas (e assustadoras) e muito mais, isso contribui para uma mistura inquietante e imersivo do mundano e do chocante.
Peculiar e bem-intencionado a personagem principal Eddie é um pouco excêntrica, da sua aparência à sua aparente capacidade de dar o melhor de si, mas ainda assim não acertar nas coisas, Eddie é um personagem envolvente e genuinamente interessante, as suas esquisitices variam de peculiares a preocupantes a francamente chocantes.
A escritora ao longo desta história consegue conjurar momentos de expectativa como o humor e ternura
Movendo-se perfeitamente entre o final dos anos 80 e o presente, o homem de giz captura todos os elementos deliciosos necessários para momentos de gelar o sangue, com personagens bem realizadas, um enredo forte, guiado por histórias, baldes de medo e intrigas, e uma pitada de realismo corajoso.
Sem dúvida que aconselho para quem quer passar umas boas horas cheias de suspense e intrigas.







segunda-feira, 21 de maio de 2018

O Toque do Highlander - Karen Marie Moning - Opinião - Editora Saída de Emergência



Sinopse: Ele desafiaria os limites do tempo por uma noite nos braços dela…

UM GUERREIRO DE PODERES IMORTAIS
Ele era um poderoso guerreiro escocês que vivia num mundo movido por antigas leis e magia intemporal. Mas nada poderia preparar o laird do Castelo Brodie para a encantadora e amaldiçoada jovem que jazia diante dele. Um terrível golpe do destino tinha-a feito recuar 700 anos no tempo para a sua câmara privada, a tentá-lo com a sua beleza — e a seduzi-lo com um desejo que ele jamais lograria saciar. Pois esta mulher que ele ardia por possuir era igualmente a mulher que ele recusara destruir.
UMA MULHER APANHADA NAS BRUMAS DO TEMPO
Quando Lisa sentiu a terra mover-se sob os seus pés, a feroz e independente mulher do século XXI jamais sonhou que estivesse a cair… direita a outro século. Mas o poderoso guerreiro nu que jazia postado de olhos fulgurantes nela era simplesmente demasiado real… e perigosamente arrebatador. Irresistivelmente atraente, sem dúvida... mas Lisa não tinha intenção de permanecer nesta bárbara terra dilacerada por guerra e traição. Como poderia ela saber que o seu sedutor captor tinha outros planos para ela? Planos que a salvariam de um trágico destino? E como poderia saber que este homem que há muito renunciara ao amor desafiaria o próprio tempo para a reclamar?

Opinião:A vida de Lisa Stone, de repente dá uma revira volta quando o pai morre e passa de ter uma boa vida para ter que trabalhar em dois empregos, para se sustentar a si própria e à sua mãe que está em estado terminal devido a uma cancro. Durante o dia Lisa é empregada de mesa e durante a noite faz limpezas num museu e numa noite em particular, chega ao museu um artefacto com poderes inacreditáveis e quando Lisa toca nele volta no tempo 700 anos.
Mas este acontecimento, não augura nada de bom para Lisa, umas vez que o imortal Laird de Brodie Circenn, prometeu matar quem aparecesse com o frasco que ele amaldiçoou para poder recuperá-lo. Mas Circenn não consegue cumprir essa promessa depois de conhecer Lisa, e fica com receio sobre o que acontecerá quando Adam Black um ser preverso souber que Circenn não manteve a sua promessa.
Lisa desobedece a tudo o que Circenn lhe pede, e muitos são os esquemas que Circenn tem que arranjar para salvar Lisa de um destino mais cruel.
Ao longo do livro, Lisa e Circenn compartilham uma forte atracção física, que os faz esquecer de tudo e de todos, mas Circenn tem receio em contar sobre a sua imortalidade, e a razão porque Adam Black continua a aparecer na sua vida, foi também interessante a aparição dos templários neste livro.
As circunstâncias trágicas na vida de Lisa colocam a trama em movimento, mas ela é mais definida pelo que acontece com ela do que pela sua própria personagem. Consegue alternar entre ser corajosa (quando se trata de suas tentativas repetidas de escapar) e apaixonada principalmente por tudo o que a move em relação à sua mãe.
É uma história leve, mas sinceramente não tão divertida e com personagens principalmente o masculino não tão interessantes, a escrita em si por vezes torna-se exagerada e por vezes com cenas que parecem não existir além de adicionar drama à história.